14/05/2008

Dicas de Filmes: Olhos Azuis (Blue Eyed)

O blog Sedentário e Hiperativo publicou um vídeo interessante e, simultaneamente, provocador que aborda um teste sobre racismo realizado com crianças. É um vídeo baseado no teste realizado pelo casal de psicólogos americanos Kenneth and Mamie Clark, em 1947, para tentar avaliar a percepção de crianças negras, de 3 a 7 anos, em relação à discriminação, auto-estima e segregação racial.

A dica de filme dessa vez se chama Olhos Azuis (Blue Eyes), 93 minutos, de 1996. Sinopse: A professora americana Jane Elliot retoma sua polêmica experiência, em que o objetivo é fazer com que os brancos sintam, na própria pele, todo o sofrimento provocado pelo preconceito racial. Desta vez, ela reuniu um grupo de jovens universitários. (GNT)

É possível fazer o download do filme seguindo um tutorial do site Cultura & Informação, em redes de compartilhamento de arquivos ou no YouTube.




Opinião: É um excelente filme (documentário), tanto que utilizei em minhas aulas quando lecionei a disciplina Educação e Inclusão na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Disponibilizei a atividade baseada nesse filme em meu site.

5 comentários:

  1. É um filme excepcional. De todos que eu já vi, é, sem dúvida, o que mais toca a todos os expectadores.
    Geralmente filmes que abordam o rascismo, tocam os negros. Este faz, de fato, os 'brancos' mudarem sua percepção da realidade que reforçam diariamente.
    Monahyr Campos
    http://monahyr.sites.uol.com.br/

    ResponderExcluir
  2. Esse documentario,é excepcional.acho que todos devemos assistir, o racismo,a discriminação é uma uma realidade no mundo inteiro.E esse filme retrata,o quanto isso existe no mundo,e as vezes passa desapercebido,e que isso vai demorar muito,para acabar,se as pessoas não tomarem consciencia disso.

    ResponderExcluir
  3. É um filme excepicional e gostaria muito que realmente munde mude os conceitos das pessoas

    ResponderExcluir
  4. O documentário, Olhos Azuis, “BLUE EYES”, foi o documentário mais excepcional, marcante, impressionante que eu já tenha assistido.
    Mostrou a imagem do racismo, discriminação e diferenças, não somente lembrando a classe desfavorecida e sim a visão de quem a descrimina.
    A professora fez com que os olhos azuis mudassem sua visão de como encaram a realidade, de como cooperam e são responsável de uma grande parte dessa diferença social, do preconceito.
    Talvez a didática da professora cause divergências de opiniões em uma discussão em grupo, pois ao mesmo tempo em que ela é severa e mostra aos alhos azuis a dificuldade sofrida pelos negros, melhor, os que sofrem o preconceito de alguma maneira, por outro lado, ela apenas faz sentir na pele a mesma angustia e dor por 02 horas o que os sofridos acatam muitas vezes para o resto de suas vidas.
    Não tenho uma opinião formada de ser certa ou errada a postura da professora como mencionei, pois o intuito do filme naturalmente tem a visão impactante, porem a professora em si, usa esses recursos para mudança de opiniões, para a ampliação da visão dos problemas que o mundo vem sofrendo há décadas.
    Achei três pontos superimportantes destacarem no documentário, na qual me chamou a atenção além da mensagem passada, que foram:
    A explicação da professora nos significados das existências das cores: branco, pardo, negro, que quase não se obtêm essa informação dentro de uma sala de aula, assim podendo e muito ajudar a mudar a visão do racismo desde os primeiros passos na escola.
    Outro foi um trecho na qual se destaca no texto a imposição / didática dessa professora, desde anos atrás, em sua sala de aula com o primário. O mesmo objetivo porem com didática diferente, e hoje alunos se orgulham dela pela lição ensinada...
    E por fim, ela ressalta o preconceito em varias formas, preconceito racial, sexualidade, classe social, bulimia, enfim, mostra quantos preconceitos existe hoje na sociedade e tão pouco é feito.
    Mesmo com tudo que ela vem a passar de visão de vida e valorização e respeito com o próximo, o mais interessante é o próprio preconceito que ela sofre por não simplesmente defender os menos favorecidos de hoje na sociedade e sim buscar uma visão de um mundo melhor, na qual ela mesma custa acreditar.
    Espero que muitas outras pessoas possam assistir esse filme, e ajudar a multiplicar essa mensagem, talvez não agir como a professora, pois ela é muito capacitada no que faz, mais o simples ato de por em pratica principalmente o respeito com o próximo, já é um grande sinônimo de mudança, para os nossos filhos e os filhos de nossos filhos.
    Devemos mudar a consciência do mundo!


    Rafael Alves Araújo

    ResponderExcluir
  5. gostaria de comprar esse documentario alguem sabe onde posso encontra lo?

    ResponderExcluir

Sobre o autor

Minha foto

Professor universitário. Graduado em Pedagogia. Especialista em Educação, Informática Educativa e Gestão e Design Instrucional para EaD Virtual. Mestre em Educação. Doutor em Educação.