9 de abr de 2008

China vira o paraíso de piratas "disléxicos"

Reportagem do UOL Olimpíadas 2008: China vira o paraíso de piratas "disléxicos". A vendedora puxa tua blusa e mostra um tênis. Pode vir pela frente um calçado Ball Star, Nibe, Keppa, Pmua ou Avivas. A Honda, do Japão, entrou, mas teve de enfrentar a concorrência das motos locais Hondga. Os chineses inventaram a bússola, a pólvora, o papel, o macarrão e os concursos públicos, mas hoje em dia deixaram a criatividade de lado e querem mais é copiar.


Em Pequim, um ambulante oferece por R$ 1 um DVD do filme nacional “Cidades dos Homens”, com o atrativo de se ver uma favela carioca com todos falando em chinês. Isso gera um prejuízo de US$ 4 bilhões para o Brasil, mas uma cifra pequena para os US$ 84 bilhões anuais para empresas dos EUA, Europa e Japão.


Opinião: A pirataria é uma problemática contemporânea ainda sem solução, mas penso que não se deve culpar os usuários pelo fato da indústria cultural ainda não ter encontrado um modelo de negócios decente para os consumidores da Era Digital. Esse contexto contemporâneo dos "piratas disléxicos" já produziu atualmente a sua versão nas escolas, faculdades e universidades: é a Geração "Copy e Cola"!



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Professor universitário. Graduado em Pedagogia. Especialista em Educação, Informática Educativa e Gestão e Design Instrucional para EaD Virtual. Mestre em Educação. Doutor em Educação.